Archive | Colunas RSS feed for this section

Mulheres rejeitam Dilma, diz Datafolha.

1 mar

Dilma ameaçando cortar o outro dedo do Lula, caso ela não se eleja presidente do país.

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Policia Militar de Saudade do Iguacu encerrou 2009 sem ocorrencia de homicidios

25 fev

O índice positivo foi alcançado graças ao trabalho dos órgãos de segurança e o apoio do poder público.

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Cultura Pop?

18 dez

Já fazia tempo que eu não saia. Grande parte das boas casas que frequentava hoje estão fechadas, quando passo por ela me resta saudade. Saudade? não delas mas do ambiente aconchegante que elas, junto com bons e velhos amigos proporcionavam. Eram tantas e muitos lugares que a galera conseguia se dispersar por entre eles, mas no final da noite sempre acabavam caindo no mesmo lugar.

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Cada um com sua fantasia

20 out

peA podolatria faz parte da vida de um amigo meu há anos. Persegue-o como um ácaro no ar. Falando assim até parece que o coitado é vítima de alguma doença. Que nada. Ele é podólatra por natureza; ou melhor, por safadeza. Ele é obsecado pelo pé feminino desde os tempos de Ensino Médio; aqueles tempos! Muito hormônio, a libido, a endorfina…
Hoje ele ainda me conta que não fica com uma mulher se ela possuir um pé, digamos, fora dos padrões de estética, pra não dizer feio. Ele não sabe explicar, com palavras, porque abriga esse fetiche maluco – imagine durante o ato, o que ele deve pirar.
Até acho bacana um pézinho bem cuidado; desperta algumas de minhas fantasias veladas; mas, também, não consigo dar alguma explicação sensata pra esse tipo de tesão. Vejo o pé como um complemento, e, não, como uma exigência, como vê o meu amigo…
Melhor não revelar quem é meu amigo podólatra, para não constrangê-lo e pra que a mulherada não fique escondendo os pés, quando perto dele. Posso dizer apenas que ele é de Pato Branco, mas agora mora em São Paulo. Também é alto, moreno, colorado…

Humilde conselho

29 set

Na madrugada curitibana, com uma incansável chuvinha fria, parece que o ímpeto escritor me vem à pele. Tantas coisas passam pela cabeça nessas horas que é até difícil selecionar palavras. Quero dizer tanto, mas é impossível fazer essa compilação em um só texto. No momento, aproveitando o ar melancólico da insistente chuvinha, gostaria de falar, não obstante, da melancolia mesmo: do melancólico dia a dia, da melancólica saúde, da melancólica política, da melancólica, enfim, vida. O esmero de outrora parece estar numa palidez crônica. O almoço corrido, o emprego corrido, o olhar corrido, o prazer esquecido. É preciso mais atenção a tudo que está ao nosso redor e absorver levemente. É óbvio que às vezes dá vontade de bater naquele colega de trabalho; às vezes dá uma vontade de sair gritando e mandando todo mundo pro inferno. Mas esse tipo abrupto de reação deve ser sempre evitado. Somos seres evoluídos. Já dizem alguns por aí que “O grito vem quando a palavra acaba”. Realmente. O segredo é calma e bom humor.
Se o dia foi uma bosta, chegue em casa e desenhe uma bosta. Se alguma coisa te irritou ou te deixou pra baixo, pegue uma caixinha de leite condensado e vire guela a baixo. Se, por ironia do destino, você for para um show de rock e acabe caindo numa festa sertaneja, coloque um chapéu e cante todas as de Goiás. Tomara que muitas pessoas leiam esse texto. Principalmente algumas que andam gritando ao meu ouvido, que andam estressadas ao meu lado. Se a carapuça servir…

Desvio de conduta

19 set

Apenas um desvio de conduta e o mundo todo pode cair.
Pode ser aos seus pés, pode ser sobre a sua cabeça…
Se meus sentimentos pudessem ser livres, meu mundo ia cair…

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Amor de cabaré

19 set

Maquinomania

17 set

Aos acomodados de plantão, desculpem-me o tom, mas desafortunados sejam de suas fraquezas. Com todo o negativismo que viemos enfrentando, ainda creio na expansão de seus pensamentos, buscar certos confortos é inadmissível enquanto o governo pinta e borda com o povo, enquanto a burguesia pisa e cospe em cima dos trabalhadores que dispõe metade do tempo de suas vidas em prol de nenhum merecimento por parte de seus patrões, que ficam em suas poltronas de couro acendendo seus charutos cubanos e dando risada a toa.
Longe da evolução está o homem, criando seu maquinário alimentado a óleo, testando suas armas eclodindo radioatividade para todos os lados. É impossível não notar que isso está tomando seu próprio lugar no tempo e espaço. Mas o ser humano é escravo do poder, ele está liquidado, o mundo está liquidado.
O ser humano só tem coração pra ver a novela das oito, e chorar de emoção diante do teatro, apresentado por meros decoradores de roteiros e encenadores da ignorância, tem coração para doar dinheiro pro criança esperança, tem coração pra ir à igreja e dar 10% da sua renda mensal no caixa da paróquia, tem a coragem de aceitar tudo o que lhe é imposto, e ainda tem a cara de pau de dizer que antes isso que algo pior. Prefere morrer infeliz do que abrir a boca pra reivindicar seus direitos, caminha junto à desgraça e bate palmas para ela.
Quando o homem vai usar suas próprias armas e bater de frente com o sistema?
Por que o homem teme a minoria que retêm todo o poder do mundo? Quando a humanidade vai ser digna de viver em harmonia com o mundo que Deus lhe concebeu?
Por que temos que assistir um irmão se humilhar por uma migalha de pão, enquanto os governos gastam milhões criando armas biológicas para tentar acabar com o mundo de vez?
Vai chegar um tempo que trabalharemos para as maquinas, o homem perderá o controle sobre ela, e ela controlará o mundo que hoje já está hipnotizado pela sua viabilidade e então seremos um grande banquete um prato cheio para nosso próprio extermínio.

O despertar dos sonhos

17 set

Ei! Você está aí? Consegue me escutar? Dê-me sua mão e deixe levá-la para longe daqui!

Neste lugar o barulho é ensurdecedor e não posso ouvi-la claramente.

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Ilha das flores

16 set


Como pode isso ser uma realidade em um país que faz campanhas e projetos ou seja lá o que for, como exemplo do “fome zero”. Só pode ser chamado por tal nome, se for esse “fome” o que eles deixam para o povo e o “zero” pelo que conseguiram fazer de bom pelo povo que habita a ilha das flores, que como eu mesmo observei nas imagens, tem como obrigação se alimentar de restos das sobras que um SÚINO se recusou a comer, para o povo poder sobreviver.

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