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	<title>#Pato-Branco &#187; News</title>
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		<title>Sindromina no jornal</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 13:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mello Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Sindromina]]></category>

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Entre sorrisos sinceros e contagiantes, a noite pato-branquense do dia 11 de dezembro contou com um evento peculiar: o lançamento da terceira edição da revista Sindromina. A festa, que começou na Livraria Babel com a voz e o vilão de Márcio Koth, posteriormente se estendeu ao Bar El Pancho, animado por ele e sua banda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_857" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/materia.jpg"><img class="size-large wp-image-857" title="Almanaque" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/materia-1024x729.jpg" alt="" width="430" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">Diário do Sudoeste - Almanaque Cultural - 24/12/09</p></div>
<p><span id="more-856"></span></p>
<p>Entre sorrisos sinceros e contagiantes, a noite pato-branquense do dia 11 de dezembro contou com um evento peculiar: o lançamento da terceira edição da revista <em>Sindromina</em>. A festa, que começou na Livraria Babel com a voz e o vilão de Márcio Koth, posteriormente se estendeu ao Bar El Pancho, animado por ele e sua banda Jardim Elétrico. Para os amantes do rock, uma boa opção, já que a Jardim tornou-se lendária na cidade.</p>
<p>Familiares e amigos prestigiaram a comemoração. Entre eles, o estudante de psicologia Júlio Cesar de Lima, que saiu de Irati pela manhã e chegou a Pato Branco de uma maneira um tanto incomum: de carona, abaixo de chuva. E é justamente tal idéia de desapego que coincide com a proposta dessa edição, com o tema “Mochilão, Caronas e Lugares Inusitados”. A propósito, Júlio é um dos participantes da <em>Sindromina</em>, com seu texto <em>Uma semana de vida(s)</em>. Além de grande parte da equipe, amigos de cidades próximas também estiveram presentes.</p>
<p>“Um dos medos era que poucas pessoas comparecessem ao bar, já que a divulgação impressa foi realizada com pouco prazo, apenas dois dias de antecedência. Porém, a internet foi de grande importância, com divulgação em peso e feita desde que fechamos a data. A chuva também poderia ter atrapalhado, mas mesmo assim enchemos o bar”, conta o idealizador do projeto, Rodrigo Mello Campos.</p>
<p>A festa agradou a muitos roqueiros. Um deles é o estudante de Direito Eduardo Cadorin (Pite), que elogiou a iniciativa. “Além da Jardim Elétrico, o Beto de Bortoli [baixista] chamou os companheiros da antiga banda Eu e Mais Dois e deram uma palinha. Foi demais”, relata.</p>
<p><strong>Voz dissonante</strong></p>
<p>Acompanhei a trajetória – e também a evolução do projeto – de perto. Tudo começou em 2007, quando o desenhista Rodrigo decidiu transformar sua idéia em algo concreto. A edição inaugural possuía um caráter experimental e simples. Já na segunda, os colaboradores aumentaram, embora seguindo a mesma linha. Particularmente, é a que desperta um lado mais dramático e sentimental.</p>
<p>Na edição atual, a ampliação do número de páginas e de pessoas que contribuíram é significativa: ao todo, foram 16 adeptos. O material, que conta com história em quadrinhos, entrevistas, fotografias, poemas e narrativas, é produzido por quem mora ou então nasceu no sudoeste paranaense. As entrevistas, por exemplo, são com o músico Renato Ladeira, que já integrou as bandas A Bolha, Bixo da Seda e Herva Doce; e com o repórter fotográfico Leandro Taques, que inclusive nasceu em Pato Branco. Com um toque rock’n’roll, a publicação compõe um cenário incomum para os padrões habituais. Criativa e ao mesmo tempo irônica, <em>Sindromina</em> pode ser considerada inovadora para a região.</p>
<p>Confeccionada de maneira independente desde o início, quando era apenas um gibi, atualmente é composta por outros ramos artísticos. “Um dos objetivos é difundir as manifestações culturais alternativas da região. Agora, várias visões de mundo, especialmente do pessoal mais ‘fora-da-casinha’, tiveram espaço”, expõe Rodrigo.</p>
<p>Uma das referências desse trabalho é a literatura beat, que se desenvolveu na década de 50 e inspirou vários movimentos, como a música folk. “O escritor Jack Kerouac retrata bem esse estilo de vida nômade e libertário. O Bob Dylan foi bastante influenciado por essa literatura e eu me baseei nisso, tanto que a letra de uma música cantada por ele está presente na história em quadrinhos”, explana o organizador.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Espaço livre</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Um exemplo da diversidade de setores criativos envolvidos na terceira edição é a acadêmica de Moda Mara Neris, que participou com o texto <em>Imagem Ambulante</em> e algumas ilustrações. Para ela, a revista é uma porta de divulgação de idéias e de arte através da qual pôde expressar um sentimento que em outros veículos talvez não tivesse chance.</p>
<p>A partir do contraste entre a personagem <em>Sindromina</em> (que originou todo o projeto em 2007), e a <em>Betty Banana</em>, inventada por Mara, percebemos “uma crítica sobre a ditadura da beleza e o estereótipo da ‘fashionista’ alienada”. Esta, preocupada com grifes e aparências; aquela, autêntica e irreverente.</p>
<p>Entretanto, a acadêmica acredita que ainda existam certos tabus – provenientes de uma cultura repressora – a serem superados com relação a esse tipo de material. “Isso muda a passos de formiga, mas ao menos hoje a revista é encarada de forma meio marginalizada e sem valor cultural para muitas pessoas”, lamenta.</p>
<p>De qualquer maneira, Mara demonstra entusiasmo ao falar da publicação: “O projeto me chama muito a atenção pelo cunho underground mesmo, pela independência&#8230; Enfim, pela proposta de liberdade que talvez nem esteja tão explícita pra muita gente, mas que pra mim é visível”.</p>
<p><strong>Lançando idéias</strong></p>
<p>Em breve, outras mudanças devem acontecer com a revista <em>Sindromina</em>: a intenção é que a regularidade passe a ser semestral, e não mais anual. Para tal, deve haver um grupo fixo que produza o material e os demais colaboradores que enviem seus conteúdos. O próximo lançamento está previsto para a metade de 2010. Portanto, se você tem interesse, entre em contato através do e-mail rodrigomellocampos@hotmail.com</p>
<p>Serviço:</p>
<p>A <em>Sindromina 3</em> está a venda nas livrarias Babel e Letra ou com os integrantes da equipe por R$ 2,99.</p>
<p>Gabriela Luisa Titon acadêmica de Jornalismo da Unicentro</p>
<p>www.gabrielatiton.blogspot.com<br />
Fotografia Leonardo de Paula</p>
<p>*publicado no Almanaque Cultural &#8211; anexo ao jornal Diário do Sudoeste &#8211; no dia 24/12/09</p>
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		<title>In Vino Veritas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 02:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arouet</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inúmeras são as formas de nossa razão ser persuadida por nossos sentimentos. Os mais variados furores são capazes de ebulição em nossos sangues com o mais remoto despertar, sendo necessário um esforço glacial para refreá-los. Aquilo que nos afasta de nossa capacidade de raciocinar é, em certa medida, também aquilo que nos impede de nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inúmeras são as formas de nossa razão ser persuadida por nossos sentimentos. Os mais variados furores são capazes de ebulição em nossos sangues com o mais remoto despertar, sendo necessário um esforço glacial para refreá-los. Aquilo que nos afasta de nossa capacidade de raciocinar é, em certa medida, também aquilo que nos impede de nos asseverarmos como humanos, já que é em nossas entranhas reflexivas que residem o caminho para o ideal humanitário. Das tentações que nos afrontam há as mais variadas formas, flertes que afrontam violentamente sem escusarem-se por se intrometerem em nossas vidas displicentemente. Há, em todo o mundo, o conhecimento de que o homem quando tomado por tais furores é capaz das mais tolas atitudes, dependendo muito de qual é o caráter fundador do sentimento que o toma. Havia entre os medievais uma busca incessante por conhecer, compreender e curar tais tentações, tanto é verdade que diversos livros foram escritos por “médicos” medievais com o intuito de tecer longos comentários sobre as enfermidades humanas que não eram causadas por princípios propriamente externos, tampouco eram decorrência de algo passível de explicação. Acostumados com um mundo cientificista, estamos trancafiados em nossas explanações rotineiras em que, ou acusamos pequenos seres por aquilo que nos aflige, ou nos refugiamos em teorias tão fantasiosas quanto aquelas formuladas pelos medievais. Enquanto os padres e “médicos” medievais atribuíam algumas doenças como sendo obras diabólicas, hoje temos a maravilhosa psicanálise que nos indica o subconsciente, tão vago e carente de crença quanto os pequenos diabretes medievais. Se se tratava uma melancolia extremada com sangrias e águas bentas, hoje temos pequenos consultórios com hora marcada, poltronas confortáveis e um preço elevado. O sofrimento empregado pelos medievais era físico, então, se alguém possuído por raiva extrema, ou melancolia aguda, ou talvez sendo flagelado por uma angústia inexplicável que o afastava dos afazeres mundanos, seria submetido a horas de tortura, interrogatórios suspeitos, e métodos tais que visavam expulsar os demônios que atormentavam aquele pobre homem enfermo. Contemporaneamente o sofrimento é mental e financeiro, vamos com um problema, saímos com o mesmo problema, um pouco mais pobres e mais desiludidos com a possibilidade de compreensão alheia. Não quero com isso fazer uma reclamação de um consumidor insatisfeito. Nunca recorri a esses métodos, a filosofia e a literatura já me prestam esse serviço. Mas quero apresentar nesse primeiro movimento do texto o quanto o homem é, em todas as épocas em que foi homem, sujeito aos furores da emoção, e como sempre está escravizado por tais furores.</p>
<p><span id="more-782"></span></p>
<p>Em um segundo momento, quero apresentar uma pequena consideração sobre o título que, espero, case perfeitamente com o primeiro momento. Há uma variabilidade de textos discorrendo sobre o amor. Desde o famigerado texto platônico, “<em>Banquete</em>” até a modernidade que nos ofereceu versões das mais variadas pelas penas de Goethe, de Victor Hugo, ou pelas canetas de Gabriel Garcia Marquez, Guimarães Rosa, entre tantos outros. O que é interessante no texto platônico é a referência ao Eros, ao deus grego que é encarregado da distribuição do amor, e a quem foram fornecidas asas e liberdade para que voasse por onde bem entendesse e pousasse quando bem lhe aprouvesse. Não vou aqui fazer uma resenha sobre um texto tão complexo, mas o caso é que a discussão pós-platônica remete sempre a uma pergunta que diz respeito ao Erótico, aquilo que advém do amor, sendo esse questionamento sobre o quão é o amor passível de dor. Muitos atribuem a esse amor dolorido um caráter de paixão. A palavra paixão remete, por sua essência etimológica, ao sofrimento, já que advém do grego <em>pathos</em> onde significa; sofrer, estar disposto aos sofrimentos tanto físico quanto espiritual. O amor erótico tem essa qualidade, ser inexoravelmente, por ser mundano, atrelado ao sofrimento, à dor desse mundo. Bebem vinho os personagens de Platão e aos poucos se apresentam como são, amorosos mais sofredores, questionadores das peripécias de Eros. Mas, ainda assim, são esses personagens atingidos pelo sublime, elevados ao questionamento muito próximo ao belo. Mesmo que sofredores internamente, mesmo que só com o advento do vinho se apresentem como são, ainda assim são personagens que sofrem tentando tocar o mais belo sentimento.</p>
<p>Agora, quando em frente da televisão vejo cenas de violência, vejo a fúria da represália política ao invés do amor, vejo a fúria da cegueira religiosa ao invés do amor, vejo a ganância e estupidez humana ao invés do amor, desanimo meu espírito para isso que deveria ser, mesmo que passível de um sofrimento específico, o sentimento pelo qual ser tomado. Dos furores sentimentais aquele que menos vejo as pessoas serem acometidas é esse do amor. Basta olhar para o mundo que o desânimo fica impresso em nossas almas, e, confesso, não fosse lembrar que no cômodo ao lado a pessoa amada se encontra, dificilmente acreditaria que esse furor sentimental é verdadeiro, correndo o risco em crer que não passa de uma ficção muito bem engenhada. Chego a pensar que a culpa é do próprio amor, limitado aos trabalhos de um único deus alado, pois só assim para descansar meus olhos com esse mundo em sangue sem culpar-me por estar sublimando neste mundo.</p>
<p>Arouet.</p>
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		<title>Sudoeste debate o novo Código Florestal</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 20:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JR Silva</dc:creator>
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Aconteceu na manhã do dia cinco de dezembro em Francisco Beltrão, mais uma audiência pública para debater o novo código florestal. Ambientalistas, deputados, vereadores, prefeitos e sindicalistas, participaram deste importante evento. A Comissão Especial do Código Florestal uniu-se a entidades para apresentar aos pequenos agricultores, o que está sendo debatido no restante do país em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_780" class="wp-caption alignleft" style="width: 630px"><img class="size-large wp-image-780" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/Código-florestal-041-1023x687.jpg" alt="Moacir Micheletto, presidente da Comissão Especial do Código Florestal, afirmou que estas audiências públicas são de extrema importância. Foram realizadas no Bioma da Caatinga, no Serrado, Bioma da Amazônia e agora na Mata Atlântica." width="620" height="415" /><p class="wp-caption-text">Moacir Micheletto, presidente da Comissão Especial do Código Florestal, afirmou que estas audiências públicas são de extrema importância. Foram realizadas no Bioma da Caatinga, no Serrado, Bioma da Amazônia e agora na Mata Atlântica.</p></div>
<p><span id="more-774"></span></p>
<p>Aconteceu na manhã do dia cinco de dezembro em Francisco Beltrão, mais uma audiência pública para debater o novo código florestal. Ambientalistas, deputados, vereadores, prefeitos e sindicalistas, participaram deste importante evento. A Comissão Especial do Código Florestal uniu-se a entidades para apresentar aos pequenos agricultores, o que está sendo debatido no restante do país em relação à preservação do meio ambiente. O presidente da Comissão, deputado federal Moacir Micheletto, esteve acompanhado do também deputado federal e relator da comissão, Aldo Rebelo.</p>
<p>A ACAMSOP/M-14 foi representada pela primeira secretária, Marilde Lodi Manica, vereadora do município de Coronel Vivida. Em sua fala, Marilde lembrou que a razão de estar acontecendo este debate, é justamente para que o pequeno agricultor não seja penalizado sozinho, pelos desmatamentos que aconteceram e acontecem até hoje. “O agricultor familiar é sem dúvida o maior prejudicado nesta história toda, por décadas e décadas ninguém se preocupou em preservar, os próprios governos investiam em desmatamentos e drenagens de banhados, mas hoje a culpa recai apenas nos agricultores, como se a culpa de tudo isto fosse apenas deles. O agricultor familiar quer e necessita apenas do seu pedacinho de chão para plantar, não pode ser penalizado pela sociedade a “pagar” a conta, devemos entender que se isto acontecer, o êxodo rural será muito grande nos próximos anos, trazendo ainda mais problemas sociais para as cidades. A minha sugestão, é para que empresas poluidoras, empresas que exploram o meio ambiente, empresas que faturam muito dinheiro com exploração dos recursos naturais, paguem a conta, pois se o agricultor vai realmente ser obrigado a deixar os 20% de reserva legal, que estas empresas os reembolsem por esta reserva, até porque muitos destes pequenos agricultores tem pequenas áreas e 20% pode significar muito em relação a este pedaço de terra”.</p>
<p>Com o mesmo discurso de Marilde, Micheletto e Aldo Rebelo afirmaram que o grande vilão não é o pequeno produtor. Micheletto afirma ainda que o pequeno produtor não pode suportar o “seqüestro” destes 20% de área, mas ao mesmo tempo fala sobre a necessidade de se entrar em um consenso, e, apontou soluções para este impasse. “Ninguém aqui está sendo radical nas afirmações, até porque entendemos que o meio ambiente e o processo produtivo são extremamente necessários, devem estar juntos. O problema do meio ambiente não vem só da agricultura e não é só dos agricultores. O grave problema ambiental deve ser tratado nas cidades também, pois são elas as grandes vilãs, as maiores poluidoras. O grave problema ambiental requer uma participação muito grande do meio urbano”, conclui Moacir Micheletto.</p>
<p>Ambientalistas presentes ao debate também opinaram sobre a questão, a opinião não difere muito do que já havia sido comentado e debatido. Laura Jesus de Moura e Costa, que representa diversas entidades ligadas à defesa do meio ambiente, afirma que o grande desmatador não é o pequeno agricultor, mas sim o grande produtor. “Qualquer tipo de desmatamento trás sérios prejuízos ao meio ambiente, mas devemos também entender que é necessário plantar, pois a sobrevivência da raça humana também depende disso, por esta razão devemos sempre preservar ao máximo, seguindo uma antiga lei, a lei da mãe natureza”.</p>
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		<title>Dr. Carlos José e Silva Fortes faz palestra em Pato Branco</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 19:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JR Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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Palestrou em Pato Branco no dia 25 de novembro, o Promotor de Justiça de Minas Gerais, Dr. Carlos José e Silva Fortes, um dos autores da lei de combate à pedofilia e também membro do corpo técnico da CPI da pedofilia. Dr. Carlos passou o dia participando de entrevistas em rádios, televisões e jornais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_739" class="wp-caption alignleft" style="width: 461px"><img class="size-large wp-image-739" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/Carlos-fortes-01-1024x687.jpg" alt="O Promotor de Justiça de Minas Gerais, Dr. Carlos José e Silva Fortes, é um dos autores da lei de combate à pedofilia e também membro do corpo técnico da CPI da pedofilia." width="451" height="299" /><p class="wp-caption-text">O Promotor de Justiça de Minas Gerais, Dr. Carlos José e Silva Fortes, é um dos autores da lei de combate à pedofilia e também membro do corpo técnico da CPI da pedofilia.</p></div>
<p><span id="more-738"></span></p>
<p>Palestrou em Pato Branco no dia 25 de novembro, o Promotor de Justiça de Minas Gerais, Dr. Carlos José e Silva Fortes, um dos autores da lei de combate à pedofilia e também membro do corpo técnico da CPI da pedofilia. Dr. Carlos passou o dia participando de entrevistas em rádios, televisões e jornais de Pato Branco, falou sobre a CPI e sobre o avanço da nova lei que combate este, que é considerado, o pior dos crimes praticados pelo ser humano. Observou o quanto é importante o termo de ajustamento de conduta assinado entre o Ministério Público Federal e empresas que mantém sites de relacionamentos na Internet, exemplo a Google.</p>
<p>“A Internet é sem dúvida um grande instrumento de trabalho, não nos vemos mais sem este recurso tecnológico, mas assim como a Internet é um instrumento maravilhoso que pode ser usado para o bem da humanidade, ela também pode e é usada para o mal. No meu entendimento, a Internet dentro de nossas casas é algo necessário, mas que deve ser usada com responsabilidade, o computador conectado a Internet não deve ser babá de filhos menores de idade, não deve ficar dentro do quarto onde a criança se tranca e não tem supervisão de um adulto, o computador deve ficar em um local da casa onde exista fluxo de pessoas, na sala por exemplo onde todos podem ver o que a criança está acessando. Para muitos pais é muito cômodo deixar o filho ou a filha menores, trancados no quarto usando a Internet, muitos acham isso normal, que ali seu filho não corre nenhum risco, mas estão muito enganados, eu vejo que uma criança trancada no quarto com o mundo em suas mãos, é o mesmo que deixar esta criança sozinha, no centro de uma grande cidade como São Paulo. Ela está suscetível a qualquer tipo de abordagem e os pedófilos são especializados neste tipo de abordagem, são pessoas preparadas para fazer isso”, destaca o Dr. Carlos Fortes.</p>
<p>Já na palestra, Dr. Carlos Fortes emocionou a todos os presentes, ao relatar o depoimento de um pedófilo que abusava sexualmente de sua filha de apenas dois anos e meio, infelizmente a criança não suportou a constante ação do próprio pai e faleceu. “Relatos como este emocionam e revoltam, mas fazem com que aumentem ainda mais as forças de lutar contra este tipo de brutalidade. Ainda bem que assim como existem pessoas más, também existem pessoas boas que lutam contra o mal. Fico feliz em poder fazer parte destas pessoas que lutam para acabar com a impunidade destes bandidos e quero aqui solicitar ao povo patobranquense, para participar da nossa campanha “Todos contra a pedofilia”, pois quanto mais disseminarmos esta idéia, mais resultados positivos teremos”.</p>
<p>Para o presidente da ACAMSOP/M-14, Rovanir José Noll, “esta foi talvez, uma oportunidade única de termos a companhia do Dr. Carlos Fortes, pois o mesmo é solicitado em todo Brasil para falar sobre pedofilia. Fiquei muito feliz quando ele aceitou o meu convite para fazer esta palestra em Pato Branco, e vale ressaltar que o Dr. Carlos Fortes não cobra absolutamente nada pelo seu trabalho, apenas as despesas de estadia e deslocamento são pagas por nós”.</p>
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		<title>Carmageddon na Itabira</title>
		<link>http://patobranco.net/acidente-com-onibus/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 18:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jonas Rafael Rossatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Bus]]></category>
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		<category><![CDATA[Keanu Reeves]]></category>
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		<category><![CDATA[Pato Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Speed]]></category>
		<category><![CDATA[Velocidade Máxima]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje por volta das 13:00 aconteceu um acidentaço na Rua Itabira onde cerca de 11 carros foram atingidos por um Ónibus sem freio, deixando somente 3 feridos. Hahahha, motivo, falta de arvore.















O autor das fotos é o Ricardo (EB_Orange) da XPert.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje por volta das 13:00 aconteceu um acidentaço na Rua Itabira onde cerca de 11 carros foram atingidos por um Ónibus sem freio, deixando somente 3 feridos. Hahahha, motivo, falta de arvore.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-701" title="IMG_1527 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1527-Small.JPG" alt="IMG_1527 (Small)" width="582" height="436" /></p>
<p><span id="more-700"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-723" title="IMG_1504 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1504-Small.JPG" alt="IMG_1504 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-722" title="IMG_1505 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1505-Small.JPG" alt="IMG_1505 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-720" title="IMG_1507 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1507-Small.JPG" alt="IMG_1507 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-719" title="IMG_1508 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1508-Small.JPG" alt="IMG_1508 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-718" title="IMG_1509 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1509-Small.JPG" alt="IMG_1509 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-717" title="IMG_1510 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1510-Small.JPG" alt="IMG_1510 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-716" title="IMG_1511 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1511-Small.JPG" alt="IMG_1511 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-714" title="IMG_1513 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1513-Small.JPG" alt="IMG_1513 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-704" title="IMG_1523 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1523-Small.JPG" alt="IMG_1523 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-707" title="IMG_1520 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1520-Small.JPG" alt="IMG_1520 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-709" title="IMG_1518 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1518-Small.JPG" alt="IMG_1518 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-710" title="IMG_1517 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1517-Small.JPG" alt="IMG_1517 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-711" title="IMG_1516 (Small)" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1516-Small.JPG" alt="IMG_1516 (Small)" width="576" height="431" /></p>
<p>O autor das fotos é o Ricardo (EB_Orange) da XPert.</p>
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		<title>ACAMSOP/M-14 inicia debate sobre usinas do Chopim</title>
		<link>http://patobranco.net/acamsopm-14-inicia-debate-sobre-usinas-do-chopim/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JR Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[
Aconteceu no dia 16 de outubro, audiência para discutir a situação dos ribeirinhos do Rio Chopim, possíveis atingidos pela construção de duas das 12 prováveis barragens ao longo do rio. A ACAMSOP/M-14, em conjunto com a Frente Parlamentar de Aproveitamento dos Potenciais Hidroenergéticos, presidida pelo Deputado Estadual Tadeu Veneri, a Comissão de Agricultura, presidida pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_588" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-588" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/10/Imagem1-16912-300x201.jpg" alt="Mais de 400 ribeirinhos participaram da audiência pública em Pato Branco." width="300" height="201" /><p class="wp-caption-text">Mais de 400 ribeirinhos participaram da audiência pública em Pato Branco.</p></div>
<p><span id="more-572"></span></p>
<p>Aconteceu no dia 16 de outubro, audiência para discutir a situação dos ribeirinhos do Rio Chopim, possíveis atingidos pela construção de duas das 12 prováveis barragens ao longo do rio. A ACAMSOP/M-14, em conjunto com a Frente Parlamentar de Aproveitamento dos Potenciais Hidroenergéticos, presidida pelo Deputado Estadual Tadeu Veneri, a Comissão de Agricultura, presidida pela Deputada Estadual Luciana Rafagnin, Promotoria Pública dos municípios de Mangueirinha e Clevelândia, MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), iniciaram as discussões, já que as outras seis audiências públicas não se realizaram por falta de informações e documentos. O evento foi realizado no Centro Regional de Eventos, em Pato Branco.</p>
<p>O presidente da ACAMSOP/M-14, Rovanir José Noll, falou aos presentes e afirmou o compromisso da entidade em lutar pelo desenvolvimento do sudoeste, mas acima de tudo está o bem estar da população dos municípios atingidos. “Acredito que todos que estão aqui hoje são favoráveis ao desenvolvimento regional, ninguém aqui está se colocando contrário à construção das usinas, desde que estas não afetem a vida das pessoas envolvidas, devemos acima de tudo preservar a dignidade do cidadão e da forma como está sendo tratado o assunto pela empresa Gerdau, que alias, nem se faz presente ao debate, demonstra o pouco interesse em esclarecer como serão feitas as indenizações, a questão dos assentamentos. Os atingidos devem e serão ouvidos pelas autoridades, pois não se pode simplesmente chegar e avisar que saiam de suas terras, pagar o que bem entender e está tudo certo, o Brasil tem uma dívida social com mais de 700 mil famílias atingidas por barragens, o presidente Lula já sinalizou que não terminará seu mandato sem ao menos tentar “saldar” esta dívida social. Importante agora é tentar saber dados, informações precisas sobre a real situação das terras e evitar que o número de famílias expulsas de suas terras aumentem”.</p>
<p><strong><em>Prioridades</em></strong></p>
<p>O Deputado Estadual Tadeu Veneri, afirmou para a platéia de mais de 400 pessoas. “Quem vai construir estas usinas terá de pagar tudo direitinho, terá a responsabilidade de assentar as famílias atingidas dentro do próprio município, caso contrário não tem usina. Fala-se muito na geração de empregos que uma obra destas irá propiciar, cerca de 3 mil pessoas durante a obra, mas esquecem de avisar ao povo que ao termino das obras, estes 3 mil trabalhadores estarão sem emprego, possíveis moradores das periferias destas cidades, aumentando o caos urbano. Uma usina hidrelétrica de pequeno porte como estas não necessitam de muitos funcionários para operá-las, podendo até mesmo serem operadas a distância, significando que o discurso sobre aumento da oferta de empregos é tudo história”. Tadeu Veneri ainda citou a usina de Salto Segredo, afirmando que esta ainda não resolveu os problemas de indenizações.</p>
<p>A Deputada Estadual Luciana Rafagnin, também mostrou preocupação quando o assunto são indenizações e reassentamentos, ainda mais quando se tratam de famílias de pequenos agricultores. “A grande maioria destas famílias são de agricultores familiares e isto está preocupando não só este grupo que está aqui reunido, mas também o presidente Lula se mostra preocupadíssimo, ele afirmou que não aceita que mais famílias passem pelo que já passaram estas mais de 700 mil aqui citadas. Ninguém aqui está contra a construção destas pequenas usinas, mas o fato é que tudo deve ser feito de forma transparente e com o consentimento da grande maioria, para tanto o MAB está organizando estas famílias, pois é necessário que entendam o que está acontecendo, saibam o que e como reivindicar seus direitos”.</p>
<p><strong><em>Organização</em></strong></p>
<p>O MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), demonstra muita preocupação ao falar em construção de usinas, desapropriações e indenizações. Robson Formica, um dos coordenadores do movimento, comentou sobre a falta de consciência e coerência das empresas que querem apenas ganhar dinheiro. “Empresas como a Gerdau demonstram pouco interesse, não estão preocupados com a situação destas famílias, eles querem apenas energia barata para suas siderúrgicas, se as famílias terão ou não um teto, uma área de terra igual a que tinham para plantar, não vem ao caso, o importante é pensar no lucro que terão. Esta “novela” já é conhecida nossa, o MAB acompanha e luta como um movimento social há muitos anos, o discurso do crescimento e desenvolvimento dos municípios atingidos já é conhecido nosso, mas depois de conseguirem o que querem, esquecem de tudo e de todos, deixam que seus grandes advogados “briguem” na justiça com os pequenos agricultores atingidos, estes por falta de conhecimento, pouco poder financeiro, por vezes nem chegam a entrar com ações, perdem tudo calados, choram com suas famílias a perda do chão que conquistaram com tanto suor e lágrimas, mas isto, isto pouco importa para empresas como a Gerdau, o importante é o lucro que terão com esta energia barata”.</p>
<p><strong><em>Gerdau</em></strong></p>
<p>Procurados pelo jornalista JR Silva, a Gerdau através da sua assessoria de comunicação emitiu uma nota explicando:</p>
<p>&#8220;A Gerdau esclarece que mantém uma política de relacionamento com os movimentos e entidades pautada pelo respeito à liberdade de expressão e o diálogo aberto e transparente, buscando sempre um caminho que concilie o interesse comum e gere ganhos mútuos&#8221;.</p>
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		<title>charge: enchente</title>
		<link>http://patobranco.net/charge-enchente/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mello Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Tirinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[

Primeira vez na minha vida que vi uma enchente.
A Pato Branco não aguentou a água da chuva e teve ruas e casas cheias de água e lama. Até o posto de saúde teve sérios danos materias. O Bairro São João, Bairro Bonato e Baixada Industrial foram os pontos mais afetados.
Há vários boatos sobre o motivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-large wp-image-566" title="enchente" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/10/enchente3-779x1023.jpg" alt="enchente" width="420" height="548" /></p>
<p><span id="more-557"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Primeira vez na minha vida que vi uma enchente.</p>
<p style="text-align: justify;">A Pato Branco não aguentou a água da chuva e teve ruas e casas cheias de água e lama. Até o posto de saúde teve sérios danos materias. O Bairro São João, Bairro Bonato e Baixada Industrial foram os pontos mais afetados.</p>
<p style="text-align: justify;">Há vários boatos sobre o motivo das cheias, mas ainda não deram notícias definitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">*Um dos mais interessantes boatos é que o dono de uma transportadora teria deixado uma carroceria trancando a passagem de água pelo rio Ligeiro&#8230;</p>
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		<title>O fim de um sonho?</title>
		<link>http://patobranco.net/o-fim-de-um-sonho/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 17:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JR Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quem nunca sonhou em ser muito rico, ou ter a pessoa amada ao seu lado para o resto da vida. Quem nunca sonhou em ser uma pessoa famosa, reconhecida por onde quer que passe? Sonhar é muito bom e faz parte de toda a nossa vida, sonhos e mais sonhos, muitos apenas sonhos, outros tantos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_548" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-548" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/10/aeroporto-300x117.jpg" alt="Aeroporto Regional não está nas prioridades do governo federal. " width="300" height="117" /><p class="wp-caption-text">Aeroporto Regional não está nas prioridades do governo federal. </p></div>
<p><span id="more-547"></span></p>
<p>Quem nunca sonhou em ser muito rico, ou ter a pessoa amada ao seu lado para o resto da vida. Quem nunca sonhou em ser uma pessoa famosa, reconhecida por onde quer que passe? Sonhar é muito bom e faz parte de toda a nossa vida, sonhos e mais sonhos, muitos apenas sonhos, outros tantos impraticáveis e inalcançáveis e uns poucos viáveis e que se tornam real ao longo de nossas vidas.</p>
<p>O povo do sudoeste do Paraná sonha em ter um aeroporto regional, alias, muitos políticos desta aldeia fazem suas campanhas usando este sonho como bandeira, mas esquecem de avisar o povo que tudo não passa de um sonho, um sonho que pelo menos nos próximos 5 anos não será realizado.</p>
<p>Apesar dos discursos e das promessas, em geral nos períodos de campanha eleitoral, a distância entre a realidade e o sonho fica cada vez maior. Em recente reunião com assessores do Ministério do Planejamento e Gestão em Brasília, a conversa e o entendimento são os mesmos. &#8220;O sudoeste do Paraná não oferece demanda suficiente, para um investimento de tamanha envergadura, apesar dos estudos de viabilidade estarem entregues e dentro das recomendações legais, o que dificulta a liberação de um volume tão grande de recursos, é exatamente o baixo índice populacional da região&#8221;.</p>
<p>Segundo informações das assessorias, com um valor semelhante a este, o governo federal poderia beneficiar três vezes mais pessoas, se fosse investido em regiões com maior índice populacional. A “ordem” do presidente Lula é clara, os programas do governo federal priorizam o maior número possível de pessoas beneficiadas, portanto meus amigos, não quero aqui por panos frios no assunto, mas deixar claro para a população sudoestina que o assunto Aeroporto Regional, deveria ser esquecida por algum tempo, ou pelo menos não ser usada como bandeira política para as próximas eleições.</p>
<p>Se algum candidato usar este discurso, pode chamá-lo de mentiroso, pois com toda certeza não está nas prioridades do governo federal liberar tantos recursos para o sudoeste do Paraná, palavras dos assessores do Ministro do Planejamento e Gestão Paulo Bernardo.</p>
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		<title>Rotary Clube Pato Branco Vila Nova promove palestra sobre Meio Ambiente</title>
		<link>http://patobranco.net/rotary-clube-pato-branco-vila-nova-promove-palestra-sobre-meio-ambiente/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 13:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JR Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[
Seguindo o seu cronograma de trabalho, o Rotary Clube Pato Branco Vila Nova, proporcionou aos pais, alunos e professores da Escola e Creche Irmã Dulce, uma palestra sobre meio ambiente. Tema atual e de extrema importância, abordou assuntos como: Contaminação e preservação da água, cuidados no consumo e a importância das cisternas para a economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_398" class="wp-caption alignleft" style="width: 201px"><img class="size-medium wp-image-398" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/10/Palestra-32-300x201.jpg" alt="A presidente do Rotary Clube Pato Branco Vila Nova, Marli dos Santos, apresenta aos pais, alunos e professores da Escola e Creche Irmã Dulce, a primeira etapa do trabalho de preservação ambiental que será feito na escola e suas proximidades." width="191" height="127" /><p class="wp-caption-text">A presidente do Rotary Vila Nova, Marli dos Santos, apresentou a primeira etapa do trabalho de preservação ambiental que será feito na escola</p></div>
<p><span id="more-384"></span></p>
<p>Seguindo o seu cronograma de trabalho, o Rotary Clube Pato Branco Vila Nova, proporcionou aos pais, alunos e professores da Escola e Creche Irmã Dulce, uma palestra sobre meio ambiente. Tema atual e de extrema importância, abordou assuntos como: Contaminação e preservação da água, cuidados no consumo e a importância das cisternas para a economia da água potável.</p>
<p>O palestrante foi o rotariano José Ronaldo da Silva, jornalista e autor do projeto “Adote uma Nascente” da ACAMSOP/M-14. A importância de projetos como este já foram extremamente debatidos, e mostram a necessidade de se continuar com o processo de conscientização, não apenas no interior, mas também nas cidades que são os grandes consumidores da água potável de boa qualidade.</p>
<div id="attachment_405" class="wp-caption alignright" style="width: 202px"><img class="size-medium wp-image-405" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/10/Palestra-11-300x209.jpg" alt="José Ronaldo fala sobre a importância da preservação ambiental, economia de água potável e cisternas." width="192" height="133" /><p class="wp-caption-text">José Ronaldo fala sobre a importância da preservação ambiental, economia de água potável e cisternas.</p></div>
<p>José Ronaldo apresentou um audiovisual produzido pela entidade, mostrando técnicas simples de preservação e conservação. Abordou a necessidade da comunidade cuidar quando da utilização da água, seja no simples gesto de escovar os dentes, se barbear, tomar banho ou lavar a louça. Explanou o impacto ambiental negativo causado pelo desmatamento desenfreado, as queimadas e a poluição que altera todo o clima no nosso planeta.</p>
<p>Para o Secretário Municipal de Educação, Alcides Benatto, a iniciativa do Rotary é louvável e de grande importância para as escolas municipais. “Parcerias com o Rotary é sempre sinônimo de um trabalho sério e ético, a prefeitura municipal fica feliz em poder contar com a ajuda destas pessoas e quero em nome da secretaria de educação, agradecer o empenho e a dedicação com esta escola”.</p>
<p>“Sou muito grata ao Rotary Clube Pato Branco Vila Nova, são nossos parceiros há alguns anos e estão contribuindo muito com as melhorias que estamos realizando na escola e na creche. A iniciativa da palestra é apenas o primeiro passo, o Rotary está com um projeto belíssimo de revitalização e conservação de uma nascente vizinha da escola. Nossos alunos estão empolgados com a expectativa, de trabalharem efetivamente para a preservação do meio ambiente em que vivem”, explica Ângela Catani, diretora da Escola.</p>
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		<title>Transição</title>
		<link>http://patobranco.net/transicao/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 06:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Momento confuso, obtuso, maluco.
Tipo caduco, tipo em vão.
Momento de angústia, sem astúcia, sem um chão.

Fase efêmera, como uma malévola invasão.
Parta agora, vá embora, leve a escuridão.
Traga-me o riso, o calor, o sorriso.
Inunda-me de vida,  sem partida, sem despedida.
Quero o prazer imutável, afável, a todo instante.
Vida com alma, amiga, despida, amante.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Momento confuso, obtuso, maluco.</p>
<p>Tipo caduco, tipo em vão.</p>
<p>Momento de angústia, sem astúcia, sem um chão.</p>
<p><span id="more-365"></span></p>
<p>Fase efêmera, como uma malévola invasão.</p>
<p>Parta agora, vá embora, leve a escuridão.</p>
<p>Traga-me o riso, o calor, o sorriso.</p>
<p>Inunda-me de vida,  sem partida, sem despedida.</p>
<p>Quero o prazer imutável, afável, a todo instante.</p>
<p>Vida com alma, amiga, despida, amante.</p>
]]></content:encoded>
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