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	<title>#Pato-Branco &#187; Sindromina</title>
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	<description>Voando em bando</description>
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		<title>Sindromina no jornal</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 13:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mello Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Sindromina]]></category>

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Entre sorrisos sinceros e contagiantes, a noite pato-branquense do dia 11 de dezembro contou com um evento peculiar: o lançamento da terceira edição da revista Sindromina. A festa, que começou na Livraria Babel com a voz e o vilão de Márcio Koth, posteriormente se estendeu ao Bar El Pancho, animado por ele e sua banda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_857" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/materia.jpg"><img class="size-large wp-image-857" title="Almanaque" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/materia-1024x729.jpg" alt="" width="430" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">Diário do Sudoeste - Almanaque Cultural - 24/12/09</p></div>
<p><span id="more-856"></span></p>
<p>Entre sorrisos sinceros e contagiantes, a noite pato-branquense do dia 11 de dezembro contou com um evento peculiar: o lançamento da terceira edição da revista <em>Sindromina</em>. A festa, que começou na Livraria Babel com a voz e o vilão de Márcio Koth, posteriormente se estendeu ao Bar El Pancho, animado por ele e sua banda Jardim Elétrico. Para os amantes do rock, uma boa opção, já que a Jardim tornou-se lendária na cidade.</p>
<p>Familiares e amigos prestigiaram a comemoração. Entre eles, o estudante de psicologia Júlio Cesar de Lima, que saiu de Irati pela manhã e chegou a Pato Branco de uma maneira um tanto incomum: de carona, abaixo de chuva. E é justamente tal idéia de desapego que coincide com a proposta dessa edição, com o tema “Mochilão, Caronas e Lugares Inusitados”. A propósito, Júlio é um dos participantes da <em>Sindromina</em>, com seu texto <em>Uma semana de vida(s)</em>. Além de grande parte da equipe, amigos de cidades próximas também estiveram presentes.</p>
<p>“Um dos medos era que poucas pessoas comparecessem ao bar, já que a divulgação impressa foi realizada com pouco prazo, apenas dois dias de antecedência. Porém, a internet foi de grande importância, com divulgação em peso e feita desde que fechamos a data. A chuva também poderia ter atrapalhado, mas mesmo assim enchemos o bar”, conta o idealizador do projeto, Rodrigo Mello Campos.</p>
<p>A festa agradou a muitos roqueiros. Um deles é o estudante de Direito Eduardo Cadorin (Pite), que elogiou a iniciativa. “Além da Jardim Elétrico, o Beto de Bortoli [baixista] chamou os companheiros da antiga banda Eu e Mais Dois e deram uma palinha. Foi demais”, relata.</p>
<p><strong>Voz dissonante</strong></p>
<p>Acompanhei a trajetória – e também a evolução do projeto – de perto. Tudo começou em 2007, quando o desenhista Rodrigo decidiu transformar sua idéia em algo concreto. A edição inaugural possuía um caráter experimental e simples. Já na segunda, os colaboradores aumentaram, embora seguindo a mesma linha. Particularmente, é a que desperta um lado mais dramático e sentimental.</p>
<p>Na edição atual, a ampliação do número de páginas e de pessoas que contribuíram é significativa: ao todo, foram 16 adeptos. O material, que conta com história em quadrinhos, entrevistas, fotografias, poemas e narrativas, é produzido por quem mora ou então nasceu no sudoeste paranaense. As entrevistas, por exemplo, são com o músico Renato Ladeira, que já integrou as bandas A Bolha, Bixo da Seda e Herva Doce; e com o repórter fotográfico Leandro Taques, que inclusive nasceu em Pato Branco. Com um toque rock’n’roll, a publicação compõe um cenário incomum para os padrões habituais. Criativa e ao mesmo tempo irônica, <em>Sindromina</em> pode ser considerada inovadora para a região.</p>
<p>Confeccionada de maneira independente desde o início, quando era apenas um gibi, atualmente é composta por outros ramos artísticos. “Um dos objetivos é difundir as manifestações culturais alternativas da região. Agora, várias visões de mundo, especialmente do pessoal mais ‘fora-da-casinha’, tiveram espaço”, expõe Rodrigo.</p>
<p>Uma das referências desse trabalho é a literatura beat, que se desenvolveu na década de 50 e inspirou vários movimentos, como a música folk. “O escritor Jack Kerouac retrata bem esse estilo de vida nômade e libertário. O Bob Dylan foi bastante influenciado por essa literatura e eu me baseei nisso, tanto que a letra de uma música cantada por ele está presente na história em quadrinhos”, explana o organizador.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Espaço livre</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Um exemplo da diversidade de setores criativos envolvidos na terceira edição é a acadêmica de Moda Mara Neris, que participou com o texto <em>Imagem Ambulante</em> e algumas ilustrações. Para ela, a revista é uma porta de divulgação de idéias e de arte através da qual pôde expressar um sentimento que em outros veículos talvez não tivesse chance.</p>
<p>A partir do contraste entre a personagem <em>Sindromina</em> (que originou todo o projeto em 2007), e a <em>Betty Banana</em>, inventada por Mara, percebemos “uma crítica sobre a ditadura da beleza e o estereótipo da ‘fashionista’ alienada”. Esta, preocupada com grifes e aparências; aquela, autêntica e irreverente.</p>
<p>Entretanto, a acadêmica acredita que ainda existam certos tabus – provenientes de uma cultura repressora – a serem superados com relação a esse tipo de material. “Isso muda a passos de formiga, mas ao menos hoje a revista é encarada de forma meio marginalizada e sem valor cultural para muitas pessoas”, lamenta.</p>
<p>De qualquer maneira, Mara demonstra entusiasmo ao falar da publicação: “O projeto me chama muito a atenção pelo cunho underground mesmo, pela independência&#8230; Enfim, pela proposta de liberdade que talvez nem esteja tão explícita pra muita gente, mas que pra mim é visível”.</p>
<p><strong>Lançando idéias</strong></p>
<p>Em breve, outras mudanças devem acontecer com a revista <em>Sindromina</em>: a intenção é que a regularidade passe a ser semestral, e não mais anual. Para tal, deve haver um grupo fixo que produza o material e os demais colaboradores que enviem seus conteúdos. O próximo lançamento está previsto para a metade de 2010. Portanto, se você tem interesse, entre em contato através do e-mail rodrigomellocampos@hotmail.com</p>
<p>Serviço:</p>
<p>A <em>Sindromina 3</em> está a venda nas livrarias Babel e Letra ou com os integrantes da equipe por R$ 2,99.</p>
<p>Gabriela Luisa Titon acadêmica de Jornalismo da Unicentro</p>
<p>www.gabrielatiton.blogspot.com<br />
Fotografia Leonardo de Paula</p>
<p>*publicado no Almanaque Cultural &#8211; anexo ao jornal Diário do Sudoeste &#8211; no dia 24/12/09</p>
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		<title>Prévia: Pistoleiro</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 18:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mello Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[Sindromina]]></category>

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Galera, esse é o personagem da próxima edição da revista Sindromina. Toda a história se passa no interior de Palmas  PR &#8211; cidade famosa por ser o faroeste do século XXI. Entretanto, ainda faltam detalhes, como um bom nome para o figura.
Se trata de uma criação coletiva, realizada na oficina de História em Quadrinhos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-789" title="persona1.net" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/persona1.net_.jpg" alt="persona1.net" width="352" height="480" /></p>
<p><span id="more-788"></span></p>
<p>Galera, esse é o personagem da próxima edição da revista Sindromina. Toda a história se passa no interior de Palmas  PR &#8211; cidade famosa por ser o faroeste do século XXI. Entretanto, ainda faltam detalhes, como um bom nome para o figura.</p>
<p><em>Se trata de uma criação coletiva, realizada na oficina de História em Quadrinhos que realizada no evento &#8220;O Pulso ainda Pulsa&#8221;, em novembro de 2009</em></p>
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		<title>Lançamento da Revista Sindromina.</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 23:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mello Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[Sindromina]]></category>

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Mais informações sobre a revista no post: http://patobranco.net/ogritoqueecoanopapel/
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_768" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-768" title="flyer.lançamento-frente-verso" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/flyer.lançamento-frente-verso.jpg" alt="A Revista Sindromina chega na 3ª Edição" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">A Revista Sindromina chega na 3ª Edição</p></div>
<p><span id="more-767"></span></p>
<p>Mais informações sobre a revista no post: <a href="http://patobranco.net/ogritoqueecoanopapel/">http://patobranco.net/ogritoqueecoanopapel/</a></p>
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		<title>O grito que ecoa no papel: fanzines e cartuns narram a realidade social</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 01:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jozieli Wolff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sindromina]]></category>

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		<description><![CDATA[Mãos habilidosas e uma mente criativa talvez sejam as características fundamentes dos fanzineiros e cartunistas, que em pleno século XXI ainda espalham criatividade e opiniões no formato de histórias em quadrinhos, cujas narrativas recebem temáticas e traços que refletem, muitas vezes, um posicionamento social.


 “Há um lindo manifesto no site da editora Nona Arte, dizendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Mãos habilidosas e uma mente criativa talvez sejam as características fundamentes dos fanzineiros e cartunistas, que em pleno século XXI ainda espalham criatividade e opiniões no formato de histórias em quadrinhos, cujas narrativas recebem temáticas e traços que refletem, muitas vezes, um posicionamento social.</p>
<p><span id="more-748"></span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><em> “Há um lindo manifesto no site da editora Nona Arte, dizendo que, se você não tem dinheiro para publicar um livro em papel couchet, você pode publicar um panfleto de um quarto de folha A4, pois o importante é se expressar”,</em> o dono da frase é o cartunista Rodrigo Mello, um dos fanzineiros que resistem ao século XXI. O pato-branquense de 19 anos, ao produzir fanzines harmonizou desenho e impressões pessoais perante a realidade social.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">As primeiras fanzines surgiram nos Estados Unidos na metade do século XX. No Brasil esses pequenos boletins chegaram na década de 1960. Rodrigo explica que <em>“as fanzines são revistas que seguem o lema do “faça você mesmo”, famoso pelo movimento </em><em>punk. Elas podem ser uma revista com ótima qualidade de papel e diagramação, ou até uma simples fotocópia”. </em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>Cartunistas: fabricantes de piadas em traços</strong></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignright size-medium wp-image-756" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/Revista-Sarau-Parte-02-curvas8-cópiaoo2-203x300.jpg" alt="Revista Sarau - Parte 02 - curvas8 cópiaoo" width="203" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify">Rodrigo desenha desde criança, mas foi com 14 anos que seus traços começaram a ganhar expressão. Foi assistindo aulas de história em quadrinhos que ele começou a aperfeiçoar sua técnica, embora suas estórias passem longe dos contextos heroicos. Hoje ele realiza oficinas de desenho em eventos locais, em colégios e faculdades. E não se surpreenda se um dia ao comprar um livro você, leitor, volte para casa com um desenho bem humorado nas mãos, pois Rodrigo faz caricaturas para os clientes de uma livraria de Pato Branco.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Os autores atrás do papel muitas vezes produzem diversas técnicas de desenho, como o cartum. <em>“A princípio, parece fácil desenhar um cartum, pois os traços geralmente são bem rabiscados e simples. Acontece que o traço simples agiliza a leitura e compreensão, deixando a piada engraçada: o cartunista não é só um desenhista de rabiscos, ele precisa estar informado e aplicar a piada no papel de maneira interessante. Devido a dificuldade de fazer charge,<strong> </strong>existem poucos cartunistas<strong> </strong>no mercado brasileiro”</em>, destaca Rodrigo.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">O jovem desenhista explica que o cartunista pode ser o desenhista de humor, que faz caricaturas ou desenhos com traços humorísticos, entretanto, também é o termo utilizado para descrever qualquer desenhista de história em quadrinhos. “<em>O termo “cartoon” é amplo, surgiu na Inglaterra, para descrever os desenhos estereotipados e com fortes doses de humor e ironias aos desenhados. No Brasil, o maior nome deste estilo é Angelo Agostini, italiano que firmou carreira satirizando Dom Pedro II, os grandes coronéis e a Escravidão. Além de fazer charges para jornais, publicou a “Revista Ilustrada”, que é uma seqüência de charges, formando a primeira história em quadrinhos do Brasil, e uma das primeiras do mundo”</em>, destaca.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>Sindromina</strong></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">O contato e a identificação de Rodrigo com o formato fanzine aconteceu em meados de 2003<em>. “Quando entrei em contato com as revistas underground da década de 80 (de autores como Angeli, Lourenço Mutarelli e Laerte) me identifiquei demais, e quando conheci o formato fanzine, conheci a maneira que publicaria meus quadrinhos”</em>, relembra.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignright size-medium wp-image-757" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/capa.contracap-300x195.jpg" alt="capa.contracap" width="300" height="195" /></p>
<p style="text-align: justify">Rodrigo, com o apoio de amigos e desconhecidos, publicou em 2007 a revista até então “sem-pé-nem-cabeça”, com 12 páginas e de nome pitoresco: Sindromina. A revista é independente, e está indo para a terceira edição. “<em>Meu objetivo é mostrar para as pessoas da região que produção cultural não precisa ser milionária nem falar difícil. O importante é botar para fora o que está entalado na garganta, tocar o sentimento e provocar reações. Gosto de ser um fanzineiro em pleno século XXI”, </em>revela.<em> </em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Na primeira edição a produção gráfica foi realizada toda a mão. A fanzine conta a estória de uma menina que vive triste numa pequena cidade, em um futuro distante. Extremamente pressionada pelos pais para estudar ela acaba se vendo com um futuro planejado por eles. Rodrigo colocou na narrativa algumas críticas ao consumismo, a superproteção e a vigilância dos pais. Também acrescentou algumas referências do cinema e da música, e ainda dois poemas dos amigos João Faccio e Diego da Cruz. <em>“Nesse ano eu era vestibulando e acredito que coloquei os anseios da minha turma nesta revista”</em>, frisa<em>. </em></p>
<p style="text-align: justify"><img class="size-medium wp-image-758 alignleft" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/capaF-233x300.jpg" alt="" width="233" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify">A música deu a estética da segunda edição da fanzine, publicada em 2008 e diagramada no computador.  Na capa há um parasita, Tênia (solitária), tocando gaita de boca, <em>“um blues para passar a solidão”,</em> frisa Rodrigo. Os personagens que compõem a fanzine são: El Justicero ié, ié, ié (inspirado na música dos mutantes), o Parasita(alguém tentando suícidio) e a Sindromina (que nessa edição está adulta). <em>“O legal foi que mais pessoas participaram, mandando fotos, contos e até xilogravura. Lembro que quando publiquei, tinha largado a faculdade e me sentia como um verme, por isso a capa daquela maneira”. </em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><img class="alignright size-medium wp-image-763" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/12/GetAttachment.aspx_-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" />A terceira Sindromina não terá um tom de “protesto” como as outras edições. A temática será “Mochilão, Caronas e Lugares Inusitados”, inspirada no livro On The Road, de Jack Kerouac. Nessa edição Rodrigo contou com a colaboração de Gabriela Titon que o ajudou a organizar o conteúdo, além de amigos que contribuíram com diversos materiais, pois, além dos quadrinhos, a publicação terá fotografias, contos e poemas ilustrados, uma Hq e arte digital. Mas os destaques serão as entrevistas com o jornalista viajante Leandro Taques e com o músico Renato Ladeira, da lendária banda A Bolha. <em>“Desta vez as pessoas se convidaram pra participar, significa que o projeto Sindromina ganhou alguma notoriedade”.</em> Esta edição será lançada dia 11 de dezembro, no Bar El Pancho (em Pato  Branco), ao som do bom e velho rock&#8217;n roll da banda Jardim Elétrico.</p>
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		<title>Modelo de Brechó</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mello Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Sindromina]]></category>

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		<description><![CDATA[A fanzine Sindromina é a revista mais estranha que uma banca pode possuir: A primeira edição (2007) contém quadrinhos e poemas. A segunda edição(2008) ficou mais gorda e possui quadrinhos, poemas, contos e xilogravura. Entretanto, a terceira edição vai ser maior ainda, contém até Moda.

Nas fotos, Cleverson Moura &#8211; que dificilmente conseguiria ser modelo profissional [...]]]></description>
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<a href='http://patobranco.net/modelo-de-brecho/site1/' title='site1'><img width="150" height="150" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/09/site1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="site1" /></a>
<a href='http://patobranco.net/modelo-de-brecho/site2/' title='site2'><img width="150" height="150" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/09/site2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="site2" /></a>
<a href='http://patobranco.net/modelo-de-brecho/site4/' title='site4'><img width="150" height="150" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/09/site4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="site4" /></a>
<a href='http://patobranco.net/modelo-de-brecho/site5/' title='site5'><img width="150" height="150" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2009/09/site5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="site5" /></a>

<p style="text-align: justify;">A fanzine Sindromina é a revista mais estranha que uma banca pode possuir: A primeira edição (2007) contém quadrinhos e poemas. A segunda edição(2008) ficou mais gorda e possui quadrinhos, poemas, contos e xilogravura. Entretanto, a terceira edição vai ser maior ainda, contém até Moda.</p>
<p><span id="more-361"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nas fotos, Cleverson Moura &#8211; que dificilmente conseguiria ser modelo profissional &#8211; veste roupas usadas da Belo brechó e a camiseta da fanzine.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram vendidas cem camisetas Sindromina com a estampa de uma tênia tocando gaita de boca (alusão ao sentimento de tristeza de ser uma solitária, pois estaria tocando um velho blues, sozinha).</p>
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