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	<description>Voando em bando</description>
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		<title>Sai, capeta!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 02:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma senhora, de espantados cabelos grisalhos, usando um enorme óculos escuro, avistava a loja de varejo logo adiante. A loja, no shopping, vendia eletrodomésticos. Um vendedor avistou aquela senhora a alguns metros e já se arrepiou por inteiro. A aparência da velha, que aparentava ter uns 70 anos, era horripilante. “Parece uma bruxa”, comentou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma senhora, de espantados cabelos grisalhos, usando um enorme óculos escuro, avistava a loja de varejo logo adiante. A loja, no shopping, vendia eletrodomésticos. Um vendedor avistou aquela senhora a alguns metros e já se arrepiou por inteiro. A aparência da velha, que aparentava ter uns 70 anos, era horripilante. “Parece uma bruxa”, comentou o vendedor com outro, que passava ao lado. E ela foi entrando; passos curtos, calçando uma sapatilha marrom com uma meia verde musgo. A saia, também marrom, era de um pano muito antigo; o calor das três da tarde não impedia a senhora de usar um casaquinho preto amarrotado. Logo ela pediu:</p>
<p><span id="more-964"></span></p>
<p>- Por favor, eu gostaria de ver alguns preços – disse ela para o vendedor, sem tirar os óculos escuros.</p>
<p>O coitado do vendedor, de imediato, foi atendê-la, com um gélido “pois não”. Na verdade, ele odiou a ideia de ter que atender aquela senhora, que além de ter uma aparência fantasmagórica, exalava um cheiro sinistro.</p>
<p>A estranha cliente andava bem devagar. O vendedor a acompanhava, respondendo às perguntas, até que ela o pegou pelo braço e disse:</p>
<p>- Enfim, outro dia eu venho comprar com você, moço. Tu me atendeste muito bem.</p>
<p>Na verdade, o pobre do vendedor preferia perder a mais alta comissão a ter que atender aquela cliente novamente. A mulher havia sugado toda a energia do rapaz. Ele estava perplexo. Não sabia por quê aquela senhora o deixara tão pra baixo.</p>
<p>- Tudo bem, senhora. Precisando, é só voltar – respondeu ele, num tom de voz ameno.</p>
<p>Ela, ainda segurando o braço dele, continuou:</p>
<p>- Sabe, tenho um neto; deve ter a sua idade. Ele me incomoda muito. Ele me cansa cada centímetro do meu corpo, que anda tão frágil. Não sei mais o que faço. Desculpe-me tocar nesse assunto. Sei que você não tem nada a ver com isso. Mas não ando muito bem, querido.</p>
<p>O pobre do vendedor contava os segundos para que aquele ser horrendo saísse pela porta da loja. Ela lhe estava causando mal. Definitivamente, a situação era desconcertante e macabra. O cheiro da velha parecia aumentar, e ela insistia em pegá-lo pelo braço. Mas, educadamente, ele fingia dar atenção àquela senhora.</p>
<p>- Sei como é. Problemas de família sempre são difíceis – respondia ele, quase rezando para que ela tomasse o rumo de casa.</p>
<p>Mas ela continuou. Aproveitou o pouco de atenção daquele jovem e desabafou ainda mais, contando que não aguentava mais os problemas do neto. O vendedor estava pouco se lixando para os problemas dela. “Sou vendedor. Não sou psicólogo”, concluía ele consigo mesmo. Mas não podia largar aquela senhora ali. Tamanha falta de respeito poderia prejudicá-lo. O que fazer então? Ele desviava o olhar, ia caminhando rumo à porta da loja, com a senhora o acompanhando. Afinal, ela já havia dito que não iria comprar nada. Ele apenas respondia, com uns magros “aham”, enquanto a senhora continuava a falar do neto problemático.</p>
<p>Passaram-se alguns minutos até que a velha parou de tagarelar.</p>
<p>- Vou-me indo. Obrigado pela atenção, querido – ela insistia em segurar o braço do vendedor.</p>
<p>- Por nada, senhora. Estamos à disposição.</p>
<p>Ela, finalmente, largou o braço dele e se foi.. Com ela, foi-se um ar malévolo. Coisa parecida nunca tinha acontecido com o tal vendedor. Parecia coisa de filme. Engraçado que ninguém havia reparado nela, como ele. Graças a Deus, já tinha ido embora, acalmava-se ele.</p>
<p>Quando ele, já distraído, voltava para dentro da loja, eis que a velha o toca novamente.</p>
<p>- Querido – com a voz muito calma e ao mesmo tempo frívola – , você tem um cartãozinho, com o seu nome?</p>
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		<title>assim&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 19:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Douglas Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[dentre todos as aventuras que vivi a que eu mais recordo é das vividas ao seu lado, quando ainda escondidos fazíamos várias coisas, morríamos de medo que alguém soubesse, vissem ou ficassem sabendo.

Corríamos do seu pai, dávamos risadas com a sua mãe, era tão bom, que toda vez que lembro desperto um sorriso bobo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>dentre todos as aventuras que vivi a que eu mais recordo é das vividas ao seu lado, quando ainda escondidos fazíamos várias coisas, morríamos de medo que alguém soubesse, vissem ou ficassem sabendo.</p>
<p><span id="more-962"></span></p>
<p>Corríamos do seu pai, dávamos risadas com a sua mãe, era tão bom, que toda vez que lembro desperto um sorriso bobo em minha cara.</p>
<p>Nada como lembranças antigas, a velha nostalgia que tanto me alegra quando é em relação a você.</p>
<p>Talvez um amor pra vida inteira, a forma que te vejo.</p>
<p>Simples assim, como sempre soube, eu sendo pra você e você sendo pra mim.</p>
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		<title>Mulheres rejeitam Dilma, diz Datafolha.</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 19:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JR Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>

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		<description><![CDATA[
No último dia 17 de fevereiro, o instituto DataFolha divulgava uma pesquisa que apontava que as mulheres estavam rejeitando Dilma Rousseff. Estava lá nos números. Dos 28% que votariam na &#8220;mulher do Lula&#8221;, apenas 24% eram mulheres. Pois dez dias depois, em outra pesquisa, novamente saiu no Datafolha e também está lá nas planilhas. Dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_959" class="wp-caption alignleft" style="width: 492px"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/03/dilma.jpg"><img class="size-full wp-image-959" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/03/dilma.jpg" alt="" width="482" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Dilma ameaçando cortar o outro dedo do Lula, caso ela não se eleja presidente do país.</p></div>
<p><span id="more-958"></span></p>
<p>No último dia 17 de fevereiro, o instituto DataFolha divulgava uma pesquisa que apontava que as mulheres estavam rejeitando Dilma Rousseff. Estava lá nos números. Dos 28% que votariam na <em>&#8220;mulher do Lula&#8221;,</em> apenas 24% eram mulheres. Pois dez dias depois, em outra pesquisa, novamente saiu no Datafolha e também está lá nas planilhas. Dos mesmíssimos 28% que votariam na <em>&#8220;doutora&#8221;,</em> apenas 24% são mulheres. Há uma nítida e recorrente rejeição feminina a Dilma Rousseff.</p>
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		<title>Policia Militar de Saudade do Iguacu encerrou 2009 sem ocorrencia de homicidios</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:22:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JR Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
O índice positivo foi alcançado graças ao trabalho dos órgãos de segurança e o apoio do poder público.
O município de Saudade do Iguaçu, que já foi listado por delegados de polícia como um “hospedeiro de criminosos”, encerrou o ano de 2009 com um saldo altamente positivo no setor de segurança pública. Conforme dados da Polícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_952" class="wp-caption alignleft" style="width: 492px"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/Saudade-do-Iguaçu-001.jpg"><img class="size-full wp-image-952" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/Saudade-do-Iguaçu-001.jpg" alt="" width="482" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">O índice positivo foi alcançado graças ao trabalho dos órgãos de segurança e o apoio do poder público.</p></div>
<p><span id="more-951"></span></p>
<p><strong>O índice positivo foi alcançado graças ao trabalho dos órgãos de segurança e o apoio do poder público.</strong></p>
<p>O município de Saudade do Iguaçu, que já foi listado por delegados de polícia como um “hospedeiro de criminosos”, encerrou o ano de 2009 com um saldo altamente positivo no setor de segurança pública. Conforme dados da Polícia Militar, nenhum homicídio foi registrado durante o ano, o que deixa a população tranqüila e satisfeita. Um dos principais fatores para alcançar esse índice, segundo o Comandante do Destacamento da Polícia Militar, Sargento Valdenir Terlamp, foi à ação repreensiva dos órgãos de segurança e o apoio do poder público local.</p>
<p>Atualmente a preocupação da Polícia Militar em Saudade do Iguaçu é com dinheiro falso. “Diversos casos já foram registrados neste início de ano. Notas de todos os valores são falsificadas e distribuídas no comércio local”, afirmou o Sargento Valdenir.</p>
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		<title>Carrinho de compras</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 03:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[mini-conto]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo na fila do mercado é possível fazer boas análises sobre o mundo e sobre suas nuances, ora pitorescas, ora determinantes. Aquela hora em que a fila está gigante ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo na fila do mercado é possível fazer boas análises sobre o mundo e sobre suas nuances, ora pitorescas, ora determinantes. Aquela hora em que a fila está gigante e tu está lá atrás, puto da cara. Então, olhando para as compras da pessoa que está a sua frente, dá para tirar algumas conclusões, precipitadas, é claro. Por exemplo, um moça que está a sua frente, com carrinho de compras apresentando algumas características interessantes: apenas algumas frutas, uma garrafinha de 600ml de refrigerante dight, alguns pãezinhos, uma caixa de leite e uma lâmpada. Dá para aventureiramente deduzir que se trata de uma estudante, solteira, que mora sozinha, ou em república e está levando a lâmpada cuja antiga fora queimada na última noite.</p>
<p><span id="more-946"></span></p>
<p>E realmente lá estava ele, o taxista Valdemar. Mais conhecido como Val, ele precisava ir ao mercado todos os dias; afinal, quem mora sozinho nunca tem nada pra comer em casa. Na fila do supermercado, que ficava a algumas quadras da casa de Val, ele perdia preciosos minutos. Foi lá que as costas largas e insinuantes da moça que estava a sua frente na fila de compras fizeram ele perder o fôlego. Porém, não se tratava de uma estudante. Era uma jovem formada em Administração de Empresas. Leila era seu nome. Val nem imaginava que ela morava no mesmo prédio que ele já morou há algum tempo atrás; apenas admirava profundamente sua beleza. Algo de espectro curioso agraciava a aparência de Leila, que, por ironia, não se achava nenhum pouco bonita. Ela também se arrependia de ter feito Administração. Fora uma faculdade monótona e demasiada sem graça. Olhando discretamente para trás, fingindo coçar a testa, Leila fitava as compras de Val. Pensou ela: “Só pode ter casado cedo e beber muito, para amenizar o arrependimento”. Val usava uma aliança no anelar direito; recém tinha achado no banco de trás do carro. Matutava ele que pertencesse a algum passageiro distraído ou desiludido. No entanto, cerveja ele gostava demais mesmo. Ia beber sozinho e ouvindo Alice in Chains aquela noite. Estava anoitecendo e a fila acabando. Os passos de arrasto iam encurtando a distância até o caixa. Leila calculava mentalmente se o dinheiro em espécie que tinha no bolso dispensaria o uso do cartão de crédito. Val sabia que tinha uma nota de cinqüenta na carteira, e nada mais. Também não aconteceu nada demais naquela fila. Apenas deduções, apreciações e nada de conclusões</p>
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		<title>Noite dos Mascarados</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 15:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[

[...]
Ele: E seu namorado?
Ela: Dançando por aí, espirrando lança-perfume no ar&#8230;
Ele: Devemos dançar somente com os olhos?
Ela: Hoje sou quem você quiser.
Ele: Não há dúvidas quanto a esse benefício?
Ela: Não há dúvidas sobre o que será amanhã.
Foto.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/497c585cfa65d10e0de2e5a9eae9d8f5.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-942" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/497c585cfa65d10e0de2e5a9eae9d8f5-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p><span id="more-941"></span></p>
<p>[...]<br />
Ele: E seu namorado?<br />
Ela: Dançando por aí, espirrando lança-perfume no ar&#8230;<br />
Ele: Devemos dançar somente com os olhos?<br />
Ela: Hoje sou quem você quiser.<br />
Ele: Não há dúvidas quanto a esse benefício?<br />
Ela: Não há dúvidas sobre o que será amanhã.</p>
<p><a href="http://misericordia.deviantart.com/">Foto</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tentativa de pré-ensaio sobre a emoção das cenas cinematográficas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Handa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem filmes que são capazes de mudar a vida de uma pessoa.Não é mero exagero. Alguns possuem o sentimento tão exacerbado que conseguem captar a beleza de uma passagem e transformá-la em filosofia. E é exatamente isso que muitos cineastas querem transmitir aos receptores da mensagem. Independente que certo filme possua toneladas de efeitos especiais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Existem filmes que são capazes de mudar a vida de uma pessoa.</strong>Não é mero exagero. Alguns possuem o sentimento tão exacerbado que conseguem captar a beleza de uma passagem e transformá-la em filosofia. E é exatamente isso que muitos cineastas querem transmitir aos receptores da mensagem. Independente que certo filme possua toneladas de efeitos especiais, cenas hiperbólicas, trilha sonora que cause frêmito ou atuações barbarias, o diretor quer, acima de tudo, emocionar a cerne, arrepiar os pêlos púbicos, revirar o cerebelo, tirar comiseração dos ouvidos.</p>
<p><span id="more-938"></span></p>
<p>No entanto, muitas pessoas se entregam ao simples. Um plano detalhe de uma película pode ser mais eficaz do que a demasia lacrimosa da mocinha da comédia romântica ou dos gestos do galã do momento. Essas pequenas sinfonias de formosura acabam marcando mais, algo sempre encontrado nas simbologias do cinema iraniano (que é muito chato) ou nos diálogos intermináveis dos mandamentos franceses (tudo culpa da nouvelle vague).</p>
<p>Não existe um caráter definido, um exemplo-mestre para esse caso, já que há pessoas que se emocionam em filmes tão díspares como “Quatro Amigas e Um Jeans Viajante”, “Hanna Montana”, “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” ou “Star Trek”. Cada qual e a sua idiossincrasia formam leituras para perceber e se identificar com determinada cena. Mas algumas sequências se prevalecem e se tornam quase instinto coletivo da sétima arte e sempre estão nas listinhas prediletas dos cinéfilos.</p>
<p>Exemplos não faltam, como o personagem Ferris, de “Curtindo Uma Vida Adoidado”, cantando e dançando em uma passeada o sucesso beatlemaníaco “Twist and Shout”; o golpe da águia do Daniel em “Karatê Kid”; a cara de espanto do Luke Skywalker quando descobre que Darth Vader é o seu pai; Jack Nicholson e a sua machadinha infernal em “O Iluminado”; o alienígena saindo do peito de Kane em “Alien – O Oitavo Passageiro”; Carrie encharcada de sangue de porco dilacerando os alunos de uma formatura em “Carrie, A Estranha”; Linda Blair se masturbando com um crucifixo em “O Exorcista”; Charlton Heston percebendo, ao final de “Planeta dos Macacos” quando vê a estátua da Liberdade soterrada, que está na Terra do futuro; a morte de Janet Leigh na cena do banheiro de “Psicose”; Charlie Chaplin brincando com o mundo em “O Grande Ditador”; Gene Kelly se divertindo em “Cantando na Chuva”; Julie Andrews ensinando as crianças a cantar em “Noviça Rebelde”; Sylvester Stallone treinando em “Rocky – O Lutador”; o casal se beijando à beira do mar em “A Um Passo do Paraíso”; o final de “O Sexto Sentido” quando todos descobrem que o Bruce Wills está morto; quando a saia da Marilyn Monroe levanta em “O Pecado Mora ao Lado”. Enfim, são tantos arquétipos que não caberiam nesta página.</p>
<p>O bacana de tudo isso é que os exemplos citados foram registrados de maneira simples, sem as maquiagens grandiosas dos efeitos. Apenas boas sacadas de enquadramentos e, lógico, um roteiro com ideias originais, resultaram nas cenas mais fascinantes do cinema. Em tempos de “Avatar”, a sétima arte continua proporcionando momentos marcantes, mas o romantismo parece meio evaporado. Quem consegue defender isso ainda são os desenhos da Pixar, que tem no prelúdio de “Up – Altas Aventuras”, a beleza narrativa de uma história apaixonante. Mas, e o resto? O revolucionário cinema 3D conseguirá despertar o sentimentalismo, ou apenas colocará o telespectador dentro de um videogame? Não era bem isso que os irmãos Lumière tinham em mente. Ou não? A resposta está em James Cameron: o rei do mundo&#8230;</p>
<p>Leonardo Handa – Jornalista – www.leonardohanda.blogspot.com</p>
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		<title>a partir de agora&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 21:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Douglas Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu nunca fui o tipo de rapaz que seguia uma linha, uma modinha, uma talvez assim colocada &#8220;regra imposta pela sociedade&#8221;.

Eu nunca fui apegado a livros, contos ou histórias, mas quando me apeguei a um tipo especial de livro, eu me &#8220;atraquei&#8221; a lê-los no maior número possível, desde que eles me despertassem a curiosidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nunca fui o tipo de rapaz que seguia uma linha, uma modinha, uma talvez assim colocada &#8220;regra imposta pela sociedade&#8221;.</p>
<p><span id="more-935"></span></p>
<p>Eu nunca fui apegado a livros, contos ou histórias, mas quando me apeguei a um tipo especial de livro, eu me &#8220;atraquei&#8221; a lê-los no maior número possível, desde que eles me despertassem a curiosidade, caso contrário ia ser só como uma coisa qualquer num canto escuro de um quarto vazio.</p>
<p>Sempre fui assim com amores, paixonites e afins; tudo que despertasse em mim algo forte no inicio com certeza em pouco tempo viraria no mais completo marasmo, mas tudo isso, pois assim como livros, os amores tem de sempre despertar algo novo, algo que provoque a curiosidade, a libido, algo que faça você implorar por mais uma única vez ou quem saiba então um último beijo para que assim fique guardado não só na memória, mas também no coração.</p>
<p>Isso sempre foi regra, até que apareceu alguém diferente em mim e ocasionou uma reviravolta em toda a minha estrutura, tanto física quanto mental.</p>
<p>Mudar velhos hábitos, ler novos livros, ouvir novas músicas, curtir novos lugares, conhecer novas pessoas, assistir à espetáculos jamais por mim imaginados.</p>
<p>E nesse momento eu aprendi o que era o verdadeiro amor que eu tanto via sendo comentados nos filmes ou contos infantis, talvez não na mesma proporção, mas talvez com tantas barreiras que foram suficiente para atravessar anos.</p>
<p>Isso nada enfim, tem haver com algum tipo de historinha ou coisa de gênero para que alguém venha e fale: &#8220;nossa, que bonito isso!&#8221; ou similar, mas sim pra que todos entendam que vem ano, vai ano as pessoas traçam objetivos e buscam alcançá-los, muitas não se esforçam e outras se esforçam até demais e não conseguem. Só quero dizer que devemos estar propenso a mudanças e a novas experiências, apesar de muitas vezes preferir as antigas, nunca deixem de acreditar nos seus sonhos e sempre, eu disse sempre! Corram atrás dos seus objetivos e lutem por quem vocês amam, eu estou fazendo isso e não medirei esforços!</p>
<p>Feliz 2010 atrasado pessoal!</p>
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		<title>PatoCast:  O Rock e Pato Branco</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jonas Rafael Rossatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Amarelo Patrola]]></category>
		<category><![CDATA[Eu e Mais Dois]]></category>
		<category><![CDATA[Jardim Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Le Socian]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná Blues]]></category>
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		<category><![CDATA[Tango ou Mambo]]></category>

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		<description><![CDATA[ Um animado bate-papo de bar (literalmente, já que foi gravado no Mali Pub) onde desvendamos a ligação da cidade com o som do Rock, as histórias curiosas e engraçadas e as bandas que ficaram marcadas na história da sociedade patobranquense. Vale a pena escutar ele todinho e comentar. 

 Escute o podcast apertando em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/Atom-Heart-Mother-Pink-Floyd.png" class="image-link"><img class="size-full wp-image-900 aligncenter" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/Atom-Heart-Mother-Pink-Floyd.png" height="394" width="393" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a> Um animado bate-papo de bar (literalmente, já que foi gravado no Mali Pub) onde desvendamos a ligação da cidade com o som do Rock, as histórias curiosas e engraçadas e as bandas que ficaram marcadas na história da sociedade patobranquense. Vale a pena escutar ele todinho e comentar. </p>
<p><span id="more-882"></span></p>
<p> <strong>Escute o podcast apertando em play (abaixo):</strong> </p>
<p style="clear: both"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/rock1.mp3">Ou baixe e escute no seu iPod, player.</a></p>
<p style="clear: both"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/2.jpg" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/2-thumb3.jpg" height="285" width="380" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a></p>
<p style="clear: both"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/6.jpg" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/6-thumb3.jpg" height="285" width="380" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a></p>
<p style="clear: both"><a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/1.jpg" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/1-thumb3.jpg" height="285" width="380" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a><br /><strong>Algumas bandas citadas no PodCast:</strong></p>
<p style="clear: both">
<blockquote style="clear: both"><p><strong>Eu Grito Alto pra Você &#8211; Amarelo Patrola</strong><br /><strong> </strong> <strong><br /></strong></p>
</blockquote>
<blockquote style="clear: both"><p><strong>Benedicto &#8211; Jardim Elétrico</strong> <br /> <br /><strong>Heil Hippie &#8211; Jardim Elétrico</strong>  <strong><br /></strong></p>
</blockquote>
<blockquote style="clear: both"><p><strong>Dona Frida &#8211; Eu e mais Dois</strong>  <br /><strong>Policarpo &#8211; Eu e mais Dois</strong>  <br /><strong>Batmam o bonzão- Eu e mais Dois</strong>  <strong><br /></strong></p>
</blockquote>
<blockquote style="clear: both"><p><strong>Cabrilinda &#8211; Paraná Blues</strong>  <br /><strong>Quero-quero &#8211; Paraná Blues </strong> <strong><br /></strong></p>
</blockquote>
<blockquote style="clear: both"><p><strong>Voyeur &#8211; Tango ou Mambo</strong> </p>
</blockquote>
<blockquote style="clear: both"><p>  <a href="http://patobranco.net/wp-content/uploads/2010/02/ESTOU-SEMPRE-QUEIMANDO.wav">Estou Sempre Queimando &#8211; Le Socian</a></p>
</blockquote>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><strong>*** Todas as músicas acima são de seus de direitos de seus respectivos autores, tendo nós apenas como veiculo de divulgação bem como a autorização para divulgação de arquivo ou citação.<br /></strong></p>
<p style="clear: both"><strong>Mais sobre esse PodCast, comentado por outros blogs:</p>
<p></strong><a href="http://meunegocioerock.blogspot.com/2010/01/rock-in-pato-branco.html">Rock in Pato Branco (Meu Negócio é Rock por Nelson JR)</a><br /><u><a href="http://noahmera.wordpress.com/2010/02/01/radio-patopolis-o-rock-e-pato-branco/">Radio Patópolis: O Rock e Pato Branco (Blog do Noah)</a></u></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bandinha Di Dá Dó</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 12:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jonas Rafael Rossatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Som]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora vai uma sugestão de som &#8220;meio&#8221; alternativa que conheci através de alguns amigos que estavam no Psicodália na virada do ano 2009/2010. A Bandinha Di Dá Dó, meio bizarra, com integrantes vestidos como palhaços e tocando um rock cigano, punk cigano que lembra bem um Gogol Bordello.

E você tem alguma sugestão de som?

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both"><span style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;"><object height="304" width="380"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qXXdeyYVYSA&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/qXXdeyYVYSA&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="304" width="380"></embed></object></span>Agora vai uma sugestão de som &#8220;meio&#8221; alternativa que conheci através de alguns amigos que estavam no Psicodália na virada do ano 2009/2010. A Bandinha Di Dá Dó, meio bizarra, com integrantes vestidos como palhaços e tocando um rock cigano, punk cigano que lembra bem um Gogol Bordello.</p>
<p><span id="more-879"></span></p>
<p style="clear: both">E você tem alguma sugestão de som?</p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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