Há que se unanimizar a ideia de que a teoria do Big Bang não passa de uma grande proposição científica. Entretanto, ela serve como base arbitrária para a disseminação das descobertas físicas para o mundo. A sociedade, efetivamente, não objeta tal histórico científico, que assim continua prenhe de precisão e credibilidade.
Toda a estrutura de fórmulas que compõe a teoria do Big Bang está, não obstante, encarcerada na matemática cuja soberania vem a ser incontestável. A matemática, por sua vez, é o alicerce da física que, no entanto, está aquém de dominar os questionamentos da metafísica e da filosofia.
Portanto, o Big Bang, como origem do Cosmo, ostenta perene supremacia através de explicações atreladas à física. O ser humano é efeito evolutivo desta “grande explosão”.
Outrossim, a humanidade se encontra à beira de um abismo de mistérios acerca do Universo. As indagações são, inegavelmente, impetuosas. Elas fazem parte do instinto, que ocupam espaço físico no cérebro. Logo, surge uma sedutora indagação: Se só é possível pensar através do cérebro, sem cérebro, sem mistérios?
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